Livro: Anna e o Beijo Francês.

Como muitos de vocês sabem esta pessoa que vos fala, é uma romântica a moda antiga, simples e discreta quanto a isso, sobretudo, viciada em um bom livro. Ultimamente tenho lido livros maravilhosos, e no momento estou em “Não sou esse tipo de garota”, de Siobhan Vivian,  estou adorando, porem, quando abri o livro logo ao chegar em casa, me deparei com um folheto pequeno, onde estava narrado o primeiro capitulo de um outro livro que me chamou muito a atenção, e desde então não paro de pensar em lê-lo logo, o livro é “Anna e o Beijo Francês” de Stephanie Perkins, uma escritora encantadora!

Em meio a tanto sobrenatural e fantasia nos livros de hoje, aqui está um romance que se destaca por sua simplicidade e fluidez.

Anna e o Beijo Francês.

Sobre o livro: – Anna Oliphant tem grandes planos para seu último ano em Atlanta: sair com sua melhor amiga, Bridgette, e flertar com seus colegas no Midtown Royal 14 multiplex. Então ela não fica muito feliz quando o pai a envia para um internato em Paris. No entanto, as coisas começam a melhorar quando ela conhece Étienne St. Clair, um lindo garoto -que tem namorada.Ele e Anna a se tornam amigos mais próximos e as coisas ficam infinitamente mais complicadas. Anna vai conseguir um beijo francês? Ou algumas coisas não estão destinadas a acontecer?

Achei essa Book Trailer do livro pra vocês, muito fofo!

Sobre a autora: – Stephanie Perkins escreve romances para adolescentes (e adultos que não tem medo de admitir que livros deste tipo são ótimos!). Ela nasceu na Carolina do Sul, cresceu no Arizona e cursou a faculdade em São Francisco e Atlanta. Hoje ela vive com o marido, dois cachorros e um gato na Carolina do Norte, EUA. Seu melhor amigo é também seu marido, Jarrod, e ela o descreve como a pessoa mais incrivel que já conheceu. Todos os comodos da casa deles, são pintados como uma das cores do arco-iris. Ela não sabe dizer ao certo como se tornou escritora, mas ela sempre foi apaixonada por contar histórias. Apaixonada por livros, ela não consegue nem imaginar uma vida sem eles.

“Capítulo um do livro”

Isto é tudo o que sei sobre a França: Madeline, Amélie e Moulin Rouge. A Torre Eiffel e o Arco do Triunfo também, embora eu não saiba qual a verdadeira função de nenhum dos dois. Napoleão, Maria Antonieta e vários reis chamados Louis.Também não estou certa do que eles fizeram, mas acho que tem alguma coisa a ver com a Revolução Francesa, que tem algo a ver com o Dia da Bastilha. O museu de arte chama-se Louvre, tem o formato de uma pirâmide, e a Mona Lisa vive lá junto com a estátua da mulher sem braços. E tem cafés e bistrôs — ou qualquer nome que eles dão a estes — em cada esquina. E mímicos. A comida é supostamente boa, as pessoas bebem muito vinho e fumam muitos cigarros.

Ouvi dizer que eles não gostam de americanos nem de tênis brancos.

Alguns meses atrás, meu pai me matriculou em um internato. A ênfase em suas citações praticamente crepitavam pelo telefone quando declarou que viver em outro país era uma boa experiência e uma lembrança que eu guardaria para sempre. Claro. Lembrança. E eu teria apontado o uso indevido de tal palavra se já não estivesse surtando.Desde esse anúncio, tenho gritado, implorado, pleiteado e chorado, mas nada parece convencê-lo do contrário. E então tenho um novo visto de estudante e um passaporte, cada um me anunciando solenemente: Anna Oliphant, cidadã dos estados Unidos da América. E agora estou aqui, com meus pais, desfazendo Stephanie Perkins 8 a mala em um quarto menor do que minha mala, a mais nova estudante do último ano na Escola da América em Paris. Não é que eu seja ingrata, quero dizer, é Paris.

A Cidade Luz! A cidade mais romântica do mundo! Não sou imune a isso. É que essa coisa de internato tem mais a ver com meu pai do que comigo. Desde que vendeu tudo e começou a escrever livros capengas — que foram transformados em filmes mais capengas ainda —, ele tem tentado impressionar seus amigos figurões de Nova York, esnobando quão culto e rico ele é. Meu pai não é culto. Mas é rico.

Nem sempre foi assim. Quando meus pais ainda eram casados, éramos estritamente classe média baixa. Quando ocorreu o divórcio, todos os vestígios de decência desapareceram, e o seu sonho de ser o próximo grande escritor do Sul foi trocado pelo de ser o próximo autor publicado. Então ele começou a escrever esses romances que acontecem em Small Town Georgia sobre “pessoas com bons valores americanos que se apaixonam e então contraem doenças que lhe ameaçam a vida e morrem”.

Falo sério.

E isso me deprime muito, mas as senhoritas engolem toda essa história. Adoram os livros do meu pai, adoram os suéteres de crochê e adoram o seu sorriso branco e o seu bronzeado laranja. E elas o transformaram em um best-seller e em um total idiota.

Dois dos seus livros viraram filmes e três outros estão sendo produzidos. É daí que a grana de verdade vem: Hollywood. E, de alguma forma, essa grana extra e o pseudoprestígio deturparam o seu cérebro fazendo que acreditasse que eu deveria viver na França.

Pelo menos as pessoas na minha nova escola falam inglês. Foi fundada por americanos pretensiosos, que não gostam da companhia dos próprios filhos. É sério. Quem manda os filhos para um internato? É tão Hogwarts. Só que no meu não tem feiticeiros bonitinhos, balinhas mágicas ou aulas de voo. Ao contrário, estou presa com outros 99 alunos. Há 25 pessoas ao todo na minha sala de último ano, contra as 600 que havia em Atlanta. E estou estudando as mesmas coisas que estudava em Clairemont High, além de estar matriculada no curso básico de francês.

Ah, claro. Básico de francês. Sem dúvida, com os calouro. Arrebento mesmo.

Anna e o Beijo Francês 9 A minha mãe diz que preciso deixar de lado a hostilidade imediatamente, mas não é ela quem está deixando para trás sua incrível melhor amiga, Bridgette, ou seu fabuloso emprego no multicomplexo Royal Midtown 14, ou Toph, o maravilhoso garoto do multiplex Royal Midtown 14.

E ainda não consigo acreditar que ela está me separando do meu irmão, Sean, que só tem 7 anos e é muito novo para ser deixado sozinho em casa depois da aula. Sem mim, ele provavelmente será raptado por aquele cara assustador do fim da rua, que tem toalhas imundas da Coca-Cola penduradas nas janelas. Ou Seany, acidentalmente, comerá algo contendo Red Dye #40 e sua garganta inchará e ninguém estará lá para levá-lo ao hospital. Ele pode até morrer. E aposto que eles não me deixariam voltar para casa para o funeral, e eu teria de visitar o cemitério sozinha no ano seguinte, e meu pai teria escolhido algum querubim de granito de mau gosto para ficar sobre o seu túmulo.

E espero que meu pai não queira que eu preencha formulários para a Rússia ou a Romênia agora. O meu sonho é estudar teoria do cinema na Califórnia. Quero ser a maior crítica de filme do sexo feminino. Um dia serei convidada para todos os festivais, terei a coluna mais importante do jornal, um programa de TV bem legal e uma página na internet extremamente popular. Aguardem.

Só preciso de mais algum tempo para trabalhar nisso.

— Anna, está na hora.

— O quê? — olho para as minhas camisetas perfeitamente dobradas em quadrados.

Minha mãe olha para mim e brinca com o pingente de tartaruga do colar. Meu pai, vestido com uma camisa pêssego, tipo polo e sapatos náuticos, olha fixamente através da janela do meu quarto. É tarde, mas, do outro lado da rua, uma mulher canta algo semelhante a ópera.

Meus pais precisam voltar para seus quartos. O voo dos dois sai pela manhã.

— Oh — agarro uma camiseta em minhas mãos, apertando-a um pouco. Meu pai se afasta da janela e eu fico surpresa ao ver que seus olhos estão úmidos. Qualquer coisa que deixe meu pai — mesmo que seja meu pai — a ponto de chorar me dá um nó na garganta.

— Bem, criança. Acredito que você está bem crescidinha agora.

Meu corpo está congelado. Ele me puxa para perto dele e me dá um abraço enorme. Seu aperto é assustador. — Cuide-se. Estude bastante e faça alguns amigos. E tome cuidado com os ladrõezinhos — ele acrescenta. — Às vezes, eles trabalham em dupla.

 

Confesso que pelo primeiro capitulo já me apaixonei por esse livro! E vocês o que acharam? Deixe seu comentário! 😉

 

Lethicia. Beijos

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2 Comentários

  1. Ameiii o livro!!!! eu apaixonar por esse livro!! eu acho que é otìmo… quero comprar um livro ANNA E O BEIJO FRANCES mas não sei como encontrar loja então quero le livro isso… aparecer é romântica que eu gosto… vai conseguir encontrar na loja comprarei um livro..

    Responder
  2. Esse livro eu estou lendo no momento e é realmente maravilhoso, amei a resenha, Abraços fofa *–*
    http://garotaper-feita.blogspot.com.br/

    Responder

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